Editado pelo Grupo Interlab Ano XXXI - Nº 141
Outubro/Novembro/Dezembro de 2009
  PÁGINA 1  |  PÁGINA 2  |  PÁGINA 3  |  PÁGINA 4  |  PÁGINA 5  |  PÁGINA 6  |   PÁGINA 7  |  PÁGINA 8
 


Influenza A (H1N1)              
    

 É uma doença respiratória, causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da Influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Embora a doença possa atingir qualquer pessoa, existem alguns fatores de risco para complicações pela doença: menores de 2 anos e maiores de 60 anos de idade, gestantes, portadores de doenças crônicas pulmonares, cardiovasculares, renais, hepáticas, hematológicas, neurológicas, neuromuscular, metabólica (incluindo diabetes tipo II), imunodeprimidos (SIDA; transplantados e tratamento crônico com imunossupressores).
Espera-se um aumento da incidência da gripe no hemisfério Norte com a chegada do inverno. Segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos EUA a atividade da influenza continua aumentando acima do normal nos EUA atingindo 46 estados. (dado fornecido em 23/10 - http://www.cdc.gov/H1n1flu/update.htm)
Essas informações são atualizadas semanalmente.
No Brasil, até 10 de outubro, foram contabilizados 17219 pacientes com a doença e no dia 19 de outubro no boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, foram relatadas 1368 mortes, porém a transmissão da doença está em queda desde setembro. (O Estado de São Paulo – 20/10/09).
Os casos suspeitos devem ser submetidos a testes laboratoriais e para isso a coleta deve ser feita o mais cedo possível, para estudos epidemiológicos. O diagnóstico da gripe A é feito, principalmente, pelos sintomas clínicos, não sendo necessário, para o tratamento, a solicitação de exame para pesquisa do vírus.
O aspirado de nasofaringe é a amostra preferencial, para concentrar maior número de células. Como alternativa, um combinado de swab nasofaríngeo e orofaríngeo podem ser colhidos exclusivamente com Swab de Rayon, segundo o Ministério da Saúde.
Segundo o CDC, pode-se utilizar swab de Rayon ou Dracon com haste de alumínio ou plástico. Alginato de Cálcio, algodão e hastes de madeira não devem ser utilizados, pois interferem nas metodologias moleculares, já que a OMS preconizou o RT-PCR em tempo real como a técnica de diagnóstico para confirmação laboratorial de Influenza A (H1N1).
O subtipo H1N1 ganhou destaque por ser responsável pela pandemia da Gripe A nestes últimos meses, porém, a gripe (influenza) é uma doença viral aguda com uma incidência sazonal. As manifestações clínicas resolvem-se normalmente no prazo de uma semana, a não ser que se desenvolvam complicações. Os vírus influenza A ou B são responsáveis pela maioria dos casos de doença clinicamente significativa, sendo o vírus influenza C responsável apenas por doença ligeira, afetando predominantemente o trato respiratório superior.
Devido às opções terapêuticas, a distinção rápida entre os vírus Influenza A e Influenza B é importante para permitir aos médicos a escolha de uma intervenção antiviral seletiva. Além disso, é importante determinar se a doença sintomática é provocada pelo influenza A ou B numa comunidade ou instituição específica (por exemplo, um lar) para que se possa ser tomada a intervenção preventiva apropriada junto dos indivíduos susceptíveis. Consequentemente é importante não só determinar se está presente o vírus Influenza, mas também qual o tipo de vírus implicado.
Os procedimentos atualmente utilizados no diagnóstico de infecções por Influenza do tipo A e tipo B incluem imunoensaios rápidos, IFD, RT-PCR, análises sorológicas e isolamento em culturas com confirmação.
O teste Directigen EZ Flu A + B consiste num imunoensaio cromatográfico para a detecção qualitativa de antígenos virais de Influenza A ou B em amostras respiratórias de doentes sintomáticos com resultados em 15 minutos.
Quando as amostras são processadas e adicionadas ao dispositivo de teste, os antígenos virais de Influenza A ou B associam-se aos anticorpos anti-influenza, conjugados com partículas para visualização, nas tiras de teste A e B correspondentes. O complexo antígeno-conjugado migra ao longo da tira de teste até a área de reação e é capturado pela linha de anticorpos existente na membrana.
As amostras aceitáveis para análise com o teste Directigen EZ Flu A + B incluem lavados/aspirados nasofaríngeos e swabs da garganta.
Solicite informativo completo ao departamento científico: interlab@interlabdist.com.br.


 

 
 
 
Topo